Clichês de boas festas.
Cuidado,
eles já estão aqui. E não estou falando - infelizmente – de uma invasão
aliem, e sim, dos clichês de boas festas. Nesta época do ano eles surgem e se
alastram mais que epidemia de conjuntivite. Vou explicar melhor.
Dia 31
será o dia em que eu você passará por aquele seu vizinho, que te obrigou
a escutar a discografia do Fagner inteira, e você, por sua vez, xingou o
individuo em pensamento o ano todo, e ainda dirá algo do tipo: “Feliz ano novo
vizinho. É bom ter um vizinho como você”.
Claro que não pode faltar aquela tia gorda, com a velha
promessa da dieta. Também haverá aqueles que dirão que o ano seguinte será
totalmente diferente sóquenão.
Bom, é hora de fazer valer a pena todas as horas que vigiou o telefone
fixo com uma escopeta, para fazer uma ligação interurbana e expressar aos
parentes mais distantes, como é bom que eles estejam longe, seus votos
de fim de ano, e que mesmo distante você não se esqueceu deles.
Enfim, não podemos esquecer as
“mandingas” de ano novo, elas também estarão por aí, pular onda, barco pra
Iemanjá, passar de branco, beber até desmaiar, mas, não se esqueça se for
passar a virada de ano com dinheiro na cueca cuidado com o Joaquim Barbosa.
Então
galera, fica aqui o meu clichê de boas festas. Promessas de um ano melhor para
nós, minha promessa de dieta (melhor não) e minha melhor mandinga de ano novo,
aprecie cada detalhe de um novo dia. Trabalhe (mais não em excesso), ame mais
e, por favor, não fique maluco (esse último parágrafo está
parecendo a música filtro solar, há há). Pra finalizar, boas festas... blá, blá, blá e todas aquelas coisas que vocês
já estão carecas de saber, afinal a maioria que vai ler esse texto já é
veterano em anos-novos. PAZ
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