A excitação de um explorar o desconhecido é alucinante, ainda mais agora que tudo é novo, mas, aos poucos a curiosidade vai desvanecendo, e o amanhecer não é mais tão intrigante como antes.
Sobreviver, sobreviver, sobreviver.
Correr contra o tempo para alcançar objetivos e metas, é tudo que importa agora, somos operários desse imenso formigueiro, depositando esperança que ninguém possa vir a brincar com uma lupa nesse dia de sol.
Coisas boas também observamos, vemos, vivemos, e descobrimos o quanto somos capazes, de viver momentos incríveis e únicos, como a passagem de um cometa em uma noite de lua cheia.
Cansado.
Cansado.
Exausto.
Movimentos simples vão se tornando cada vez mais complexos, como que se o corpo começasse a pender sobre os ossos cansados, obedecendo apenas a comandos que o cérebro julga menos cansativo, como uma fogueira sustentada apenas por poucas faíscas, não mais se vê o fogo que ardia como um vulcão iluminando uma noite negra.
Agora sei a verdade, e o que ira acontecer é inevitável, mas, não sinto medo, não sinto remorso, muito menos arrependimento, descobri ao longo disso tudo que não é sobre o “que se fez”, e sim sobre cumprir o papel que nos é dado.
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"Somos operários desse imenso formigueiro, depositando esperança que ninguém possa vir a brincar com uma lupa nesse dia de sol". Verdade! E provavelmente a criança curiosa a fazer esse experimento nunca chegará a pensar nos desejos individuais que foram exterminados com aquelas formiguinhas...
ResponderExcluirNossa, li e reli esse texto. Muito bom mesmo!
Aliás, o blog inteiro está de parabens!
Olá Viviane, que bom que gostou do blog, li o seu blog também, gostei muito também está de parabéns..
Excluirmuito obrigado pelos elogios.